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Em entrevista à RH Magazine, Fernando Neves de Almeida, managing partner da Boyden Portugal, defende que "depois de uma retoma económica assente na procura externa e na criação de emprego, importa agora fazer da produtividade um fator de crescimento, competitividade e bem-estar social."

Um inquérito a líderes de negócios nos EUA, publicado em novembro do ano passado e no qual a Boyden participou, revelava que a esmagadora maioria dos setores e indústrias não esperava uma recessão nos seis meses seguintes. Mas a médio e longo prazo eram vários os fatores a criar incerteza em relação ao futuro da economia.

Falámos com Fernando Neves de Almeida, managing partner da Boyden Portugal, para perceber qual o cenário em Portugal: “salvaguardando as devidas diferenças entre as economias norte-americana e europeia, e por acrescento a portuguesa, podemos dizer há alguns sinais de um abrandamento generalizado da economia – mas um abrandamento é diferente de uma recessão. Para já, o mercado de trabalho está forte. Por isso, a coisa mais importante é não deixar os receios originarem uma recessão.” Para o executivo, os líderes deverão preparar-se e ter uma estratégia, equilíbrio e talento que seja resiliente de forma a conduzir as organizações em tempos de maior incerteza: “no caso da economia portuguesa a produtividade deveria ser o foco”.

Leia aqui a entrevista completa

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