Este artigo foi originalmente publicado pela Executive Digest.
No artigo, Fernando Neves de Almeida defende que, apesar da velocidade e escala sem precedentes com que a Inteligência Artificial está a transformar áreas como estratégia, marketing, operações e finanças, o verdadeiro motor da mudança continua a ser humano. A IA redefine papéis, acelera decisões e altera a dinâmica organizacional, mas não dispensa a necessidade de líderes experientes capazes de interpretar contextos, gerir expectativas e conduzir mudanças com coerência.
Assim, num cenário onde a tecnologia assume tarefas mais complexas, a experiência acumulada dos líderes, nomeadamente a memória de ciclos anteriores de transformação, volta a ser um fator crítico para garantir direção estratégica e adaptação sustentável.
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