A emergência das startups é sempre encarada de duas formas: ou como uma onda, uma bolha passível de rebentar a qualquer momento, ou então com a dúvida se poderá, verdadeiramente, ser disruptiva e definidora de tendências no mercado.

By Fernando Neves de Almeida
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De facto, ao longo da história, muitas startups morreram quase à nascença. Mas houve outras que, em especial no setor da tecnologia, mudaram e continuam a mudar o curso da História.  Com uma ideia na cabeça e uma estratégia na mão, muitas delas, lideradas por jovens, mudaram paradigmas. E, através de tecnologia, chegaram mesmo a mudar o comportamento da sociedade de maneira irreversível.

E quando aparece uma destas novas empresas, muitos CEO e business leaders deparam-se com questões e indagações sobre os modelos de negócio das novas concorrentes e como estes poderiam evoluir. Ao mesmo tempo, refletem que ensinamentos poderiam retirar e que aprendizagens há a fazer.

E os líderes de negócio, mesmo aqueles que têm por hábito uma procura constante de atualização e que com isso se sentem confiantes nas suas capacidades de liderança e gestão, nunca deixam de olhar para estas novas empresas com várias questões construtivas.

O que tenho feito de verdadeiramente novo no meu percurso de liderança para sair dos lugares comuns? Atingir as metas de crescimento e os objetivos de negócio é suficiente para me manter na liderança? Como é que posso ser surpreendido?

E a resposta é dada por si mesmos: este futuro aparece por todos os lados, no dia a dia de todos os dias. E não deve ser motivo de preocupação, mas sim de entusiamo, desafio e impulso.

Cada inovação que surge no mercado, que transforma os hábitos das pessoas e das empresas em todo o mundo, é uma aprendizagem para os business leaders, que aproveitam para se reinventarem e os motiva a melhorar de forma constante.

E este exercício passa por voltar a pesquisar, partilhar, procurar conhecimento e alagar a visão, observando com atenção e sensibilidade o ponto de vista dos profissionais de diferentes áreas, negócios e indústrias, com diversas competências, habilidades e skills. E fazê-lo sem barreiras, preconceitos ou constrangimentos, na perspetiva que todos podem acrescentar alguma coisa ao ecossistema de negócios. E este é o raciocínio de uma startup.

Este tipo de raciocínio permite uma aproximação ao ecossistema da atual economia digital e motiva uma maior ousadia, coragem, inovação e energia, ao mesmo tempo que permite apresentar e oferecer aos clientes um serviço com maior expertise para o atual desafio da transformação digital.

Um dos desafios para os CEO e Business Leaders da economia atual é estar enquadrado na grande transformação digital. Aplicar um raciocínio de startup aliado ao conhecimento e experiência do percurso e carreira com renovada energia, aplicando inovação e agindo como agente e motivador de mudança. Sempre com o objetivo de alavancar a eficácia do modelo de negócios, conseguindo melhores resultados, para si, e para os seus clientes.

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